quarta-feira, 3 de setembro de 2008

La persistance de la mémoire

Apenas três relógios de duração. Um putrefato, talvez. O quarto, ali no meio, apenas à espera de características próprias e duradouras.

Línguas, melodias, mãos. Minutos esvaindo-se por elas.

Sirenes, como prenúncio do fim. Máscaras de um carnaval puritano, que não era meu, que não era dele. Todo o surrealismo foi perdido, quem sabe. Gotas de sangue pintaram um quadro digno de Salvador Dali.

Diluída e complacente, já não suspiro. E sigo sem arte, à espera de um novo pintor de memórias.

9 COMENTÁRIOS:

Paty disse...

baby qndo leio o q tu escreve fico com vontade de ter um blogue tb!!! nao siga sem arte honey, a vida é mt curta para isto!
**kiss's amore

Ponto do meio disse...

Talvez quanso a tela estiver pronta para uma nova pintura o eseprado pinto, pinte!

Hey, adoro seu jeito de escrever.
Beijo Dani flor.

:*

Ana Amélia Teixeira disse...

Sabe, eh isso mesmo quero quero fazer: voltar atras e tentar reconquistar o que eu perdi.
obrigada pela força;D

Enquanto a seu post, acho mesmo que é necessario uma preparação para nao misturar as cores depois, porque assim fica dificil saber onde uma termina e a outra começa...A arte está dentro de vc, não esqueça delas e mude as paredes da sua vida e da sua alma...bjuxxx!!!!

Nina Fernandes disse...

Espere, sempre haverá um novo pintor... ;)

Aline disse...

Achei incrível o que você conseguiu fazer com um QUADRO, um garoto, um PINTOR foda e um movimento! Simplesmente MARAVILHOSO o texto com todos estes elementos. CULTO e sem perder a sensibilidade. Que um NOVO pintor apareça logo em sua vida!!!!!

.Ná. disse...

Também tô precisando seguir à espera de um novo pinto de memórias!
Beijos

Maria Fernanda disse...

Não gosto de memórias. Antes desmemoriada fosse...

B disse...

...novas memórias nem sempre vem em forma de pintura...

Lista Telefônica disse...

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