sexta-feira, 28 de agosto de 2009

À Donatien Alphonse.









Choraminga versos como quem chora a vida. Bate no peito e orgulha-se da amostra de desamor.
Nas vicissitudes da existência, quer ser dama, quer ser rei. Não sabe ao certo do que morre. Diz que é da vida, amortecida. Diz que é do seu eu. E nem bem sonha que já pereceu.
Ao estilo Sade, abafa o gozo de outrem. É cópia da cópia... E este gosto, senhor, emprestou de quem?
Que tua mantilha não caia e desvende o riso acre. Palavras e retratos? Deixe-os. Deles, cuido bem.

11 COMENTÁRIOS:

Mayana Carvalho disse...

perecer sem perceber, apenas ir morrendo por dentro.

Beijos, ameei

Luísa Barwinski disse...

Good as always!

Sem dúvida, um dos melhores!

Beijo!

Catherine disse...

nossa, muito bom!
vi hoje que você é minha seguidora, irei passar mais vezes por aqui.

beijos

Cá, disse...

Espetáculooooo!



Bjus


=)

Papagaio Mudo disse...

quem será nesse mundo mais viúvo do que eu?"
a vida é meio choramingada mesmo...

abç

Gustavo

primaverasdesetembro disse...

uau
que coisa mais existencialista!
'Não sabe ao certo do que morre. Diz que é da vida, amortecida. Diz QUE É DO SEU EU'.

até me pergunto pq essas mentes se 'escondem' em blogs![heheheh]

Flores.

Eduardo Andrade disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nathanael Lessa disse...

COMO EU QUERIA FAZER OS PÓSFÁCIOS DOS SEUS LIVROS QUE VIRÃO...E ELEES VIRÃO, TEMHO CERTEZA....

Alma Mateos Taborda disse...

Hermoso! Un placer volver a visitarte. Te dejo un abrazo enorme.

disse...

Sumida !
quando voltar com o blog da uma passadinha lá!
beju beju ;*

Lista Telefônica disse...

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